segunda-feira, 10 de novembro de 2014

NARUTO - OBRIGADO POR ESSES 15 ANOS...!


 Depois de um tempo volto a postar, particularmente no começo não gostava de Naruto, sem ter lido nem nada, mas depois que lançou o mangá no Brasil comprei a primeira edição para ver como era e por fim compro ate hoje e mal posso esperar pela próxima, e agora venho comentar sobre o final da grande saga de 15 anos de Naruto, que como o povo da vila da folha passei a gostar dele.



 A saga pequeno garoto Naruto Uzumaki que se sonhava em se tornar Hokage, depois de muita pancadaria e disputas chega ao fim, em grande estilo com paginas coloridas e tudo, para quem acompanho desda do primeiro capitulo, desde dos teste para se tornar um ninja, os primeiros inimigos Zabuza e Haku, a busca pelo Sasuke, Akatsuki, e ate a grande Guerra Ninja, sente ate um aperto no coração, foram grandes emoções e tristeza, e agora que acabou ficamos pensando "o que será de mim agora?", e como terminar um livro ou uma serie, mas ainda vai ter um filme falando mais sobre o fim da saga e uma pequena continuação - assim esperamos que seja - para explicar algumas coisas e falar sobre os filhos deles.

 Muitos com quem conversei não gostaram do final, falaram que faltou algo, que não entenderam ou que esperavam mais, realmente alguns personagens simplesmente nem deram sinal de vida no capitulo final, mas achei que muitas coisas ficaram bem legais, principalmente os filhos dos protagonistas e com quem eles ficaram, fora a a homenagem a One Piece.



 Para quem não leu o final, fica o link ai do capitulo final, no Brasil ainda não acabou mas esta se encaminhando para o final também, vamos torcer para que mantenha o formato original e o capitulo final aqui também seja colorido.

 CAPITULO FINAL DE NARUTO

 É você o que achou do capitulo final? deixe seu comentário falando o que achou do final, o que faltou ou o que esperava

 Ate a próxima

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

STREET FIGHTER SAKURA


 Olha só o que a NewPop divulgou hoje.


A continuação da saga Street Fighter, agora com a Sakura como protagonista, de acordo com a pagina oficial da NewPop o mangá chegara as bancas ainda esse mês, agora só aguardar e torcer para que não ocorra atraso na distribuição. 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

PRÉ DIARIO OTAKU 1


 Opa. chegou esses dias, sera que finalmente e o final da briga do Enel e do Luffy, espero que sim



terça-feira, 26 de agosto de 2014

PRÉ DIÁRIO OTAKU


 Ola Pre Otakus, andei meio sumido mas to de volta, agora resolvi fazer um registro de atividades, mas para que? sei la, mas espero que gostem, vou comentando conforme eu ler os mangás e assistir animes, não exclusivamente de um todo como eu fazia dos mangás, mas dependendo de alguma certa edição ou algum episodio especifico, assim acho que da para fazer um registro maior e fazer mais comentários.
 Como publiquei anteriormente HunterXHunter agora está disponível no Netflix e estou assistindo *.* e tão magico e tão fiel ao mangá que fico ate empolgado assistindo, já estou na torre dos desafios onde o Gon e Killua aprendem a usar o nen.


 também estou vendo Knight of Sidonia, o anime original da Netflix, ainda esta muito cedo para qualquer comentario, mas estou gostando.


 alem de tudo, hoje terminei de ler Prophecy 3 *.* que mangá sensacional, gostei muito de todo o mangá, era uma tortura ter que esperar o próximo volume - mesmo sendo apenas 3 edições.
 Bom, por enquanto e isso, espero que curtam esse mini diário.

 ate a proxima.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

HUNTER X HUNTER


 Essa e para quem e fan de Hunter X Hunter


 A Netflix colocou em seu acervo de animes mais de 100 episódios de HunterXHunter , a serie que foi refeita em  2011 seguindo fiel ao mangá esta disponível ate a saga das formigas Chimera.

terça-feira, 29 de julho de 2014

LANÇAMENTOS ANUNCIADOS


 Chega ao final mais um Anime Friends, e como sempre, cheio de novidades e lançamentos das editoras, vamos publicar ao poucos os lançamentos das editoras.
 A PANINI foi ao evento cheia de cartas na mangá - foi pessima eu sei -, alem do relançamento de BERSERK , também foi anunciado Pokemon Black & White que terá publicação bimensal.


 Outro titulo anunciado é Sword Art Online, que serão dois volumes.


 Highschool DxD, uma mangá no estilo shonen com publicação bimensal foi outra das novidades.


 Hideout foi outra das novidades, mangá com temática terror/suspense de volume único.


Os mangás tem previsão de lançamento a partir de agosto, alguns podem ser lançamento ate mesmo em novembro, mas é bom ja sabermos o que vem por ai para nos prepararmos.

 Além desse na Anime Friends teve o lançamento do mangá do Batman A Máscara da Morte - não e com o cavaleiro de câncer -  para quem gosta das aventuras do homem morcego agora no mundo dos quadrinhos japoneses.

 Essas foram as novidades em mangá da Panini durante a Anime Friends 2014, fiquem ligados que tem mais novidades das outras editoras vindo por ai.


 fontes:
 https://www.facebook.com/PaniniMangas?fref=ts
 http://www.paninicomics.com.br/web/guest/home

quinta-feira, 24 de julho de 2014

MIYUKI-CHAN NO PAIS DAS MARAVILHAS


 Fiquei mega ansioso para ler esse mangá, ainda mais que Alice no Pais das Maravilhas estava em destaque na época e foi meio difícil de encontrar o mangá, mas quando o achei não me segurei é comprei, alem de ser um mangá da Clamp, a historia me intrigava.


 Miyuki e uma garota desastrada e curiosa, que em cada capitulo acaba entrando em um mundo diferente, desde o Pais das Maravilhas ate o pais da Televisão, e encontra com personagens inusitados, todas mulheres tentando seduzi-la.



 Confesso que fiquei um pouco decepcionado quando li, as historias são muito curtas e não tem muito envolvimento com os personagens, mas uma coisa muito legal e ver os personagens em formas femininas e os lugares diferentes que Miyuki viaja.


 O mangá foi lançado no japão em 1993, e ainda teve dois ovas, para quem quiser ler algum mangá rápido com historias divertidas Miyuki-chan no Pais das Maravilhas e uma boa dica ainda mais para quem é fã da Clamp. No Brasil o mangá tem edição unica distribuído pela JBC com paginas coloridas e extras com criação de personagens e cenários.

terça-feira, 22 de julho de 2014

THE INNOCENT


 Quando Stan Lee elogia um mangá, ele merece minha atenção. The Innocent conta a historia de Ash após a morte, em que ele recebe uma chance de se redimir de seus pecados.
 De começo não fui muito com a cara dele, os personagens da capa lembram Death Note e alguns outros títulos, mas no decorrer da historia tudo muda.


 Ash foi condenado a cadeira elétrica por um crime que não cometeu, só que sua alma estava cheia de impurezas e o mundo espiritual decidiu dar uma chance para purificar sua alma, ele teria que voltar ao mundo dos homens junto com Angel, um anjo que fica ao encargo de verificar tudo ocorrera bem,  Ash para ajudar pode aparecer na forma de fantasma e manifestar cinzas para criar e manipular algumas coisas, mas ele tem um comportamento indiferente e prefere fazer as coisas do seu jeito, sua missão e ajudar em um caso que outra pessoa inocente estava sendo condenado a cadeira elétrica, ele se envolve mais ainda no caso quando descobre que a advogada que cuidara desse caso e a mesma que cuidou de seu caso.


 The Innocent e um mangá investigativo, muito intrigante que mistura historia de um caso do mundo sobrenatural com o mundo real, cheio de boas criticas, e um final surpreendente.
 O mangá esta em distribuição pela editora JBC, edição unica, com historia de Avi Arad, roteiro de Junichi Fujisaku e arte de Yasung Ko.


quinta-feira, 17 de julho de 2014

ANIME FRIENDS 2014


 Ola a todos, essa semana tem inicio a Anime Friends, o mega evento que sempre é tão aguardado e cheio de novidades, esse ano não mudo o rumo, cheio de novidades, estandes, atrações e show.




 O evento de duas semanas vai do dia 17 ao dia 20 e dia 24 ao 27, cheio de shows de bandas japonesas como Reika, Flow,  muitas conhecidas por aberturas de animes, estandes da JBC, NewPop e  Panini, área de cosplayers, jogos, salas temáticas, EIRPG , Jedicon, Expotrekkers, Play Brasil Mobil, Comic Fair, Festival Lug Brasil, e lojinhas cheias de camisetas, pingentes, brincos e acessórios com descontos.


 E uma boa também para quem curte games, para quem quiser ver novidades em games, MMO, e ate games portáteis, tem bastante competições de jogos como Naruto, Super Smash Bros, Street Fighter e outros com premiações aos vencedores.



Anime Friends não perde o conteúdo, todos anos com novidades, e um espaço grande para a capacidade de pessoas, a unica coisa salgada e o preço, que parece que todo ano fica mais caro.
 Para quem estiver procurando uma boa diversão para esses fins de semanas, não deixe de participar desse evento tão aguardado por todos Otakus. O evento ocorre no Campo de Marte, na avenida Santos Dumond, 2241- Santana - São Paulo, próximo a estação do metrô Santana.


 Fiquem Ligados no Pré Otaku, que logo anunciaremos as novidades das editoras de lançamentos de mangás que ocorreram no evento.



Quem quiser conferir as atrações de cada dia, fica o link do evento para conferir o que vai ter no dia.
 http://www.animefriends.com.br/
   

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Hora de comer... Pikachu


Para quem se assustou com o título, não tema, pois nosso ratinho favorito (chupa, Mickey) não está virando carne de hambúrguer. Na terra do sol nascente, um novo café chamado Pikachu Cafe será aberto nesse fim de semana, trazendo diversos lanches, doces e refeições com o monstrinho de bolso mais popular do mundo como tema.



Ainda estamos escolhendo se queremos o hambúrguer com nachos, o arroz ao molho curry ou o sorvete elétrico do Pikachu. Que foi? Não custa nada sonhar e conferir as belezinhas logo abaixo!



Se essa novidade chegar aqui no Brasil eu simplesmente não vou divulgar. Vou correr pra comer tudo sozinho.

Tchau!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Como foram inventados os mangás?

Os historiadores concordam que os quadrinhos nasceram no século XIX, junto com o auge do Jornalismo na Europa e na América. No entanto, alguns acreditam que as revistinhas japonesas nasceram bem antes, no século XI, quando surgiram as primeiras imagens de humor em pergaminhos. 



Por volta de 1700, diferentes formas de imagem começaram a surgir até chegar aos ukiyo-e, gravuras que eram feitas em pranchas de madeira. Um dos mais famosos artistas de ukiyo-e da época, Katsuhika Hokusai, resolveu desenhar imagens em sucessão e encaderná-las. A esse livreto ele deu o nome de man (“involuntário”) e ga (desenho), que passou a significar “desenhos involuntários”. Depois disso, o termo mangá (como escrevemos em português) virou sinônimo de tudo que é relacionado a humor com imagem, como a palavra cartoon, em inglês. O criador do termo “mangá” foi Hokusai, mas o primeiro autor japonês, na verdade, foi Rakuten Kitazawa, que criou a primeira história em quadrinhos com personagens fixos. 

Com o início da Segunda Guerra Mundial, a produção de mangás no Japão, que ia bem desde os primeiros quadrinhos de Kitazawa, começou a perder ritmo, não só pela falta de papel, mas também pela censura. As únicas publicações na época eram propaganda em prol da guerra, frequentemente mostrando os países inimigos como pouco menos que terríveis vilões. 



Terminada a guerra, a indústria de quadrinhos japonesa precisou começar tudo de novo, do zero. Neste momento, o país mais do que nunca precisava de entretenimento para esquecer as marcas da derrota. E é nesta hora que entram em cena dois elementos que vão contribuir para trazer o mangá à tona com força total. Um deles foram os kamishibai, ou “teatros de papel”, que eram grupos de teatro que saíam às ruas para encenar histórias que haviam sido publicadas em quadrinhos. O segundo elemento, e o mais importante para a popularização do mangá, foram os kashibon manga, que eram as “gibitecas”, como chamamos aqui no Brasil. 

Como na época a indústria dos mangás estava falida, cada edição publicada pelas editoras saía a um preço muito elevado e acabava vendendo pouco. Para ajudar os fãs, as “gibitecas” passaram a alugar mangás a preços muito baixos (equivalente ao que hoje seria R$ 0,30 um aluguel). 



Após o fim da guerra, os Estados Unidos, com medo do fantasma do comunismo, resolveram tornar o Japão uma colônia a sua imagem e semelhança. Resultado: cultura e costumes foram lançados sobre o Japão e o mercado econômico voltou a abrir suas portas. É então que entra em cena Osamu Tezuka, chamado pelos japoneses de “Deus do mangá” e “pai da narrativa”. Fã dos desenhos da Disney e do cinema de Hollywood, Tezuka resolveu introduzir nos mangás estilos e características diferentes e dinâmicos que acabaram fazendo um enorme sucesso para o público recém “americanizado”. 



Daí em diante, o sucesso dos quadrinhos foi um efeito dominó. Como as “gibitecas” abriram os olhos das editoras para o que a massa queria ler, em 1947 pôde surgir a primeira publicação exclusivamente sobre mangás. A revista, de mais ou menos 200 páginas, falava sobre desenhos, tendências, curiosidades e incluía no encarte capítulos aleatórios de autores de mangás. Era permitido apenas um capítulo por autor, ou seja, uma revista vinha com capítulos de 15 a 20 histórias diferentes. Isso, dependendo da história, estimulava o leitor a querer comprar a revista na próxima semana para saber o restante da trama. 



xadrez A novidade virou moda e muitas editoras lançaram suas próprias revistas, que, por sua vez, davam espaço a autores desconhecidos e diferentes. Ora, então para que um mangá tivesse a chance de ser lido pelo público não precisava ter dinheiro para encaderná-lo e publicá-lo e, sim, conseguir que alguma revista especializada publicasse um capítulo? Exatamente. Se a história fizesse sucesso, ao final de 200 ou 300 páginas de capítulos publicados o autor era convidado por uma editora a publicar seu primeiro livreto encadernado. E assim surgia o primeiro número de seu mangá. Hoje em dia, algumas histórias fazem tanto sucesso que passam dos 100 volumes de 200 páginas.

Todo esse esquema de publicação de mangás no Japão gerou uma economia interessante. Cada revista especializada em mangás era impressa em papel jornal e em preto e branco, ou seja, descartável. Leu, jogou no lixo. Não fazia sentido produzir as revistas em alta qualidade porque seria impossível arquivar todas as publicações que saíam em um mês no país, dada a enorme quantidade de papel e o pouco espaço que as pessoas já tinham. 

Algumas edições de mangás trazem a primeira página em papel de alta qualidade e colorido, mas são raras. O japonês, com isso, não é estimulado a guardar papel em casa. Esse formato acaba explicando também o preço baixo das revistas. A maioria custa o que aqui no Brasil sairia a R$ 2,50 o livro de 200 páginas. Resumo: entretenimento barato. 



Firmada a febre das revistas especializadas em mangás, autores e editoras tiveram apenas que seguir o fluxo. Muitos autores criando novas histórias significava a consolidação de novos gêneros, como os adultos. Em 1956, os mangás adultos começaram a ganhar força. As revistinhas dedicadas ao público infantil já vinham fazendo sucesso, mas foi só então que histórias mais dramáticas e profundas começaram a ganhar espaço nas editoras. 

Enquanto, na mesma época, os Estados Unidos viviam o Comics Code (aquele modelo em que os quadrinhos tinham que ser voltados para crianças), a tendência de mangás adultos passava a ser aceita e era possível ver cada vez mais histórias realistas, violentas, tensas, obscuras e maduras nas bancas. Hoje, há gêneros de mangás para cada sexo, faixa etária e ocupação, com revistinhas semanais que atingem tiragem de milhões de exemplares por número de edição: uma média de 15 publicações per capita. Há mangás policiais, sobre máfia, de ficção científica, fantasia, romance, história, esportivos, sobre trabalho, comédia, guerra, eróticos, undergrounds, alternativos etc.



Atualmente, os mangás dos autores mais famosos no Japão são traduzidos regularmente para várias línguas: português, inglês, espanhol, francês e outros idiomas europeus. O fenômeno mangá e sua aceitação pelo mundo foram muito maiores do que o ocorrido com as revistinhas americanas. Mundialmente, a indústria de mangás movimenta bilhões por ano. Hoje, só no Japão são cerca de 130 editoras e mais de 300 publicações periódicas sobre mangás, o que representa aproximadamente 40% de toda a produção editorial do país. A Shonen Jump, uma das mais famosas revistas de mangás do Japão, chegou a produzir 6,5 milhões de exemplares por número em 1998, mais de cinco vezes a tiragem da revista Veja na mesma época. Crises econômicas à parte, o mangá é sem dúvida uma febre lucrativa no Japão. 

Namastê!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

YU YU HAKUSHO EM OUTUBRO

Essa semana foi confirmado pela JBC, o lançamento da edição de colecionado de Yu Yu Hakusho em outubro, a nova coleção será em formato tankobon - formato original - com tradução revisada.
Estamos esperando que essa nova coleção contenha mais conteúdo sobre o mangá, como curiosidades sobre o mangá e o autor, e paginas coloridas, mas isso ainda não foi divulgado.
vamos aguardar ate outubro e se preparando ate la.


Quem quiser acompanhar as notícias da JBC Henshin, fica o link da pagina do facebook aqui.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

ADIAMENTO DO LANÇAMENTO


 Pois é galera, se assim como eu, tinha mais gente aguardando ansiosos pelo lançamento de Loveless, a NewPop fez um comunicado na sua pagina do facebook informando que devido a um erro de impressão Loveless será lançado em Julho - esse mês.


 Ta ai o comunicado para quem quiser conferir:

COMUNICADO IMPORTANTE:
Infelizmente, por um erro da gráfica, LOVELESS foi recolhido dos postos de vendas no dia de hoje para que haja uma nova impressão. Em função disso, o lançamento foi reprogramado para JULHO.

Pedimos desculpas pelo transtorno e em breve daremos a data correta, o lançamento será antes do Anime Friends. Evento no qual, logo traremos novidades.

 Quem quiser ficar mais atento as noticias e so seguir a pagina da NewPop no facebook.

 https://www.facebook.com/NewPopEditora?fref=ts

 Ate a proxima.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Aprenda a fazer um Dinossauro de origami

Hoje vou ensinar vocês a fazer um origami. O que é um origami?
É a arte tradicional japonesa de dobrar papéis, criando representações ou determinados seres ou objetos sem cortar ou colar a folha.
Este aqui é um Tiranossauros-Rex, dinossauro que viveu há mais de sessenta milhões de anos:



O que você precisa para fazer um bichinho desses:
- Uma folha de papel quadrada, de preferência acima de 15 centimetros cada lado,
- Paciência.

Só.
É razoavelmente difícil e demora em média 10 minutos para um iniciante, mas com tempo, prática e empenho dá pra fazer igualzinho.
Toda quinta você confere uma dica de origami aqui no blog.
Abaixo o vídeo de como fazer.
Divirta-se!

terça-feira, 1 de julho de 2014

Aprenda a desenhar mangás

Você que gosta de desenhar, seja qual for o seu estilo preferido, na internet podemos achar diversos materiais/tutoriais que ensinam a desenhar através de diversas técnicas super bacanas. Além de livros específicos que ensinam o passo a passo da elaboração e proporção correta dos personagem até um cenário usando pontos de fuga. Porém muitos livros bons e mais complexos são em inglês. Mas nem tudo está perdido!
No YouTube também podemos encontrar diversos tutoriais.
Segue o link da nossa dica de hoje!

Clique aqui!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

KINGDOM HEART

Kingdom Heart é um mangá mágico, que envolve os mundos da Disney e Final Fantasy, misturando os personagens em várias tramas para acabar com os Heartless.



No enredo temos Sora, Kairi e Riku. Sora e Riku viviam em uma ilha isolada, até que, quando pequenos, encontram Kairi desmaiada na beira da praia, e a partir daí começam a suspeitar a existência de outros mundos além da ilha, e resolvem construir uma jangada para conhecer outros mundos; só que no dia da partida eles são atacados por Heartless.
Enquanto isso, o Rei Mickey havia sumido do castelo e deixou um aviso para Pateta e Donald encontrarem o portador da chave e não o perderem de vista.
Quando Sora acordou estava em Traverse Town, um lugar para todos aqueles que perderam o lar. Lá ele descobre ser o portador da Keyblade, e o encontra com Pateta e Donald, e a partir daí inicia a aventura dos três pelos mundos da Disney, passando por Alice no Pais das Maravilhas, Pequena Sereia, Alladim, Hércules, Peter Pan e outros, para acabar com os Heartless, achar os Keyholes e proteger as princesas, e para Sora, o mais importante é encontrar com a Kairi e Riku.




O mangá é do mangaká Shiro Amano, responsável por todos mangás da série, e por aqui já temos o Kingdom Heart Chain Memories, e Kingdom Heart II. Resta aguardar pelos outros agora. 
Shiro Amano também fez Legend of Mana, para quem gosta de RPG deve conhecer esse jogo de Playstation.


O mangá surgiu do jogo Kingdom Heart, liderado por Tetsuya Nomura responsável pelos desenhos dos personagens do jogos Final Fantasy a partir do Final Fantasy V, e já recebeu vários prêmios por seus trabalhos.
Para quem pensa que mangá e Disney não tem nada a ver para ter essa mistura meio doida em um mangá, está errado. 
Vamos a uma rápida curiosidade: Osamu Tesuka, o pai dos mangás para quem não sabe, responsável por Buda, Hitler, A princesa e o Cavaleiro, Astro Boys e muitos outros, teve como inspiração inicial os desenhos da Disney, chegando a assistir BAMBI mais de 80 vezes. Foram dos desenhos da Disney que ele tirou as ideias dos quadrinhos, e dos olhos grandes para dar melhor expressão e emoções aos personagens, e não sô isso, Osamu Tesuka chegou a fazer dois volumes inspirados em clássicos da Disney, Pinóquio e Bambi.


 

Bom, O mangá e muito legal, muito bem desenhado, misturando os personagens da Disney e Final Fantasy parecendo realmente pertencerem ao mesmo mundo, um otimo trabalho de Shiro Amano, mas uma coisa que não achei tão legal é que é muito rápido e corrido, para quem jogou o jogo sabe como e difícil matar os mestres e chegar até eles passando pelos labirintos, coisa que não tem no mangá ou que o Sora acaba com o mestres com um único ataque, os quadros são muito rápidos e alguns ate pequenos de mais para se entender o que se passa neles, ou entender o que esta acontecendo.

Mas ainda sim, não impede a magia do mangá, a primeira parte de Kingdom Heart está completo pela Abril, em 4 edições, sem páginas coloridas (uma pena) mas tem curiosidades muito legais nas edições, e as tirinhas no final, ja tem também o Kingdom Heart Chain Memories e Kingdom Heart 2 ainda em andamento por aqui.

Quer comprar este mangá? AQUI.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Influência japonesa no cinema é maior do que se pensa

Muita gente talvez não tenha se dado conta da influência que os cineastas japoneses exercem sobre seus colegas do Ocidente. Não é ocorrência recente, como pode sugerir a nova filmografia de terror vinda de Hollywood, na qual os autores nipônicos são os crupiês da vez. Produções como O Grito, de Takashi Shimizu, e O Chamado, inspirada na obra de Hideo Nakata, têm, conforme acreditam alguns críticos, reordenado o gênero nos Estados Unidos e conquistado bilheterias nada desprezíveis. Esteticamente, conduzem o horror para uma espécie de neogótico visceral; financeiramente, para uma relação de custos mais baixos e lucros mais altos. Mas não é de hoje que o cinema comercial curva-se à radiação criativa do arquipélago.

Uma influência quase tão devastadora quanto Godzilla – ou Gojira, seu nome original resultante da fusão das palavras japonesas gorila e baleia –, o lagarto verde que destruía prédios feitos de cera e isopor, criado em 1954 pelo produtor Tomoyuki Tanaka. Detectá-la não requer erudição nem pesquisa muito aprofundada.

Godzilla: o original

Star Wars, por exemplo. A saga interminável de George Lucas tem como base a estrutura narrativa das aventuras de samurai, a de um filme em especial: A Fortaleza Escondida (1958), de Akira Kurosawa. A inspiração ficaria ainda mais clara se Lucas tivesse realmente levado a cabo seu desejo de ter Toshiro Mifune, o astro japonês e ator-fetiche de Kurosawa, como intérprete de Obi-Wan Kenobi, no lugar de Alec Guinness.

A Fortaleza Escondida

A propósito, Kurosawa é o mais radiativo dos diretores japoneses. Seu Os Sete Samurais (1954) grudou como chiclete no cinema de ação norte-americano, não só pelo fato de ter sido refilmado por John Sturges em Sete Homens e um Destino (1960) ou John Lasseter em Vida de Inseto (1998). As coordenadas do filme de aventura foram rearranjadas depois da história dos mercenários que ofereciam sua honra e seus sabres para livrar um vilarejo de uma corja de desordeiros.

Akira Kurosawa

Kurosawa foi considerado o mais ocidental dos autores nipônicos, sentença que pode pender tanto para o bem (no caso dos ocidentais) quanto para o mal (para os orientais). Sua universalidade contrasta com a obra de Yasujiro Ozu (Bom Dia), por exemplo, que transmitia nos enquadramentos a serenidade e a temperança atribuídas à cultura japonesa. Sua filmografia encontra pontos de contato com a de outro gigante japonês, Kenji Mizoguchi (Contos da Lua Vaga), a não ser pelo fato de este ter um apreço pelo estudo da demolição da família causada pelo apocalipse político e social, e de Ozu restringir-se ao canibalismo moral de sua sociedade. E não esqueçamos de Nagisa Oshima, que ajudou a desavergonhar o cinema com O Império dos Sentidos.

Passaram-se as décadas e ainda assim é possível medir a influência do audiovisual japonês. Takeshi Kitano, autor de Dolls e Zatoichi, trabalha a violência no campo físico e psicológico como poucos, e a emprega para revelar a melancolia crônica do gênero humano. Quem pensou em Quentin Tarantino (Kill Bill) como discípulo declarado de Kitano acertou na mosca.

Takeshi Kitano
E não há como ignorar as animações, desde a repercussão de Akira, em 1989, dirigido por Katsuhiro Otomo. As tramas e imagens que tocam o irreal, o hiperbólico e o ilimitado – e portanto reaproximam a animação de sua característica de representação do impossível – tem como artífices os nomes de Hayao Miyazaki (A Viagem de Chihiro, vencedor do Oscar de animação), Rintaro (Metrópolis) e Mamoru Oshi (Ghost in the Shell), entre outros. Abra os olhos, porque o cinema japonês foi, é e continuará sendo moda.

Namastê!

OBS: Postagem com dados e informações pontuais do site dgabc.com.br

terça-feira, 24 de junho de 2014

LANÇAMENTOS

Para o mês de junho, a panini reservou três grandes lançamentos, começando por Kuroko no Basket, o basquete de Kuroko de Tadatoshi Fujimaki

 Depois temos Assassination Classroom do mangaká Yusei Matsui


 E por ultimo temos O Maestro, ja anunciado a distribuição bimensal num total de 4 edições, com historia original de Manabu Kaminaga e versão em quadrinhos de Nokiya 


 Todos foram anunciados para lançamentos em Junho, então se prepare para não deixar que eles saiam da banca e perca alguma edição.
 Logo teremos as matérias sobre cada um deles, para saberem o que se passa em cada um é se vão se interessar por eles.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

O Pai dos Mangás

Com a ocupação americana após a segunda guerra mundial os mangaká (desenhista de mangás) passaram a ter influencias das histórias em quadrinhos ocidentais da época neste meio surge Osamu Tezuka (um mangaká dos anos 50) influenciado por Walt Disney e Max Fleischer revoluciona esta forma de expressão e dá vida. É ele quem introduz os movimentos nas histórias através de efeitos gráficos, como linhas que dão a impressão de velocidade ou onomatopeias que se integram com a arte, destacando todas as ações que comportassem movimento, mas também, e acima de tudo, pela alternância de planos e de enquadramentos como os usados no cinema. As histórias ficaram mais longas e começaram a ser divididas em capítulos, além de atribuir as características dos olhos grandes e bem expressivos. 



Por isso, é lembrado por muitos no Japão como o “pai do mangá moderno”. Alguns destaque do autor:Jungle Taitei (Kimba, o Leão Branco) 1950—54. Mais conhecido no Ocidente como Kimba, o Leão Branco, este mangá estabeleceu uma das mais icônicas criações de Tezuka. Sua primeira obra seriada de longa duração segue as aventuras de Leo, o leão, e sua tentativa de suceder seu pai, morto por um caçador, como rei da selva. Em 1965, a Mushi Productions fez uma série animada baseada no mangá, a primeira animação colorida da televisão japonesa. Alguns fãs são de opinião que a história foi plagiada pela Walt Disney Company em 1994 como O Rei Leão e que Tezuka nunca recebeu crédito da Disney pela criação, muito menos dinheiro. Tetsuwan Atom (Astro Boy), 1952—68. A seqüência de Captain Atom faz de Astro Boy o personagem principal. Eventualmente, esta se tornaria a mais famosa criação de Tezuka. Em 1963, Astro Boy estréia como o primeiro programa comercial animado da televisão japonesa. O programa semanal de trinta minutos obteve altos índices de aprovação do público e da crítica, e gerou a primeira mania de anime no Japão.





No Brasil somente a versão de 2003 foi exibida. Diversas outras séries de Astro Boy têm sido feitas desde então. Ribbon no Kishi (A Princesa e o Cavaleiro), 1953—56, título que relata as desventuras da Princesa Safire, que precisa fingir ser um homem por que o trono da Terra de Prata só pode ser ocupado por homens. O mangá tem forte inspiração nos temas e estilos dos musicais do Teatro de Takarazuka a que Tezuka assistia em sua juventude. O próprio Ribbon no Kichi criou um gênero inédito no mundo, o de quadrinhos que tem como público alvo as meninas (chamado shojo) e estabeleceu muitos dos temas dos shoujos posteriores. Foi transformado em anime em 1967 e exibido no Brasil entre 1973 e 1984, com enorme sucesso.

Pra quem se interessar, aqui vai o link pra assistir online o último filme do Astro Boy, feito em 2009
Assista aqui.

Namastê!

SANKAREA

Para quem gosta de romances mas com algo um pouco diferente, ta ai um ótimo mangá, SANKARE. Quando comecei a ler, achei que fosse mais uma história básica de romance, tipo LOVE HINA, mas logo me desvirtuei dessa no primeiro capitulo.


Chihiro Furuya é um estudante do primeiro ano do colégio Shiyou, um colégio masculino, e não dá muita importância as mesmas coisas que seus amigos gostam, como, ficar observando as garotas do colégio Sanka, um colégio feminino. Furuya tem como principal tema zumbis, ele é viciado em tudo relacionado ao tema, filmes, jogos, chaveiros, atá tampas de garrafas.
Após a morte do seu gato, Babu, Furuya se dedicou totalmente a tentar reviver seu gato como um zumbi, mas que a caminho do seu esconderijo para os testes ele encontra com Rea Sanka, a garota mais cobiçada e filha do diretor do colégio Sanka, que estava se queixando de seu pai não lhe dar liberdade e não deixar viver uma vida como uma garota normal, mesmo que para isso fosse necessário morrer. A partir dai os dois começam a conversar e Furuya e Rea começam a se encontrar e se juntam para tentar ressuscitar Babu.



O mangá vai muito além disso, muitas coisas acontecem a partir daí e tudo está para mudar na vida deles. SANKAREA é muito divertido e envolvente, a história te prende e a leitura é rápida, é fácil diferenciar os personagens, e algumas vezes as garotas aparecem em poses sensuais para deixar Furuya constrangido.
Uma parte interessante é ver as curiosidades do autor entre os capítulos e no final da história, como o nome do mangá, como surgiu a historia, como era o enredo principal e assim vai entre os mangás.
O mangá está em distribuição pela Panini, está atualmente na segunda edição, sem páginas coloridas, pelo mangaká Mitsuru Hattori.



Aqui tem um vídeo bacana com animações do mangá. Divirtam-se.